quinta-feira, 4 de abril de 2013

Quando achamos que não vamos passar por tal experiência, a vida nos coloca exatamente diante daquilo que tanto evitamos. Quer saber?
Sempre adorei os desafios e me conhecendo bem, tento evitar algumas coisas porque sei que quando as encaro, vou até o fim.
Tenho me permitido viver tudo aquilo que quero, que desejo. Venho mantendo aquela postura que adotei de não ficar planejando as coisas, apenas tenho vivido o dia de hoje. 
Essa prática te me ajudado a ser menos ansiosa, mais realista e sempre acreditar que a crise, o estresse do trabalho e tantas outras coisas vão embora com a chegada do novo dia. 
Aprendi que tudo o que tenho de melhor se chama FA-MÍ-LI-A . 
Como é bom sentir o amor do meu pai, da minha mãe, sem falar no apoio das minhas irmãs e na inocência dos meus dois irmãos pequenos.
Como é gratificante ter todas essas pessoas, trabalhar na área que gosto, ser livre, ter amigos...
E que novos desafios venham, estou pronta!

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Xô, medo e insegurança

E quando você deixa mais uma vez uma oportunidade passar por puro medo e insegurança?!
Depois que a oportunidade passa é que a gente fica pensando: Poxa, eu poderia ter feito diferente. Poderia ter arriscado... É, agora é tarde!!
E o que fica? Fica o aprendizado, pelo menos eu espero que tenha aprendido dessa vez...
Não é a primeira vez que a situação acontece...
Vamos tentar mudar?!
Ser melhor pra si, arriscar mais, ousar mais e esperar menos. 
Assim as coisas fluem...

domingo, 12 de agosto de 2012

Painho: minha referência.


Eu pensei em não escrever sobre o dia dos pais, mas essa foi a primeira vez que passei pouco tempo com ele nessa data. Sempre que estou com meu pai, procuro aproveitar todo aquele momento e só eu sei o quanto a sua figura é importante para mim. Posso dizer que tenho um porto seguro. Levo os problemas e ele sempre apresenta a solução, se choro ele sabe me confortar, se estou alegre ele também está... 
Meu pai sempre foi um referencial em minha vida. Exemplo de humildade, humanidade e força de vontade. 
Uma pessoa que tinha tudo para ser um "Zé ninguém", se tornar um líder, uma pessoa bem sucedida e que só me orgulha. 
Aprendi tanta coisa sobre a minha profissão com ele. Devo tudo o que sou a ele que sempre acreditou em mim e me estimulou. Perdi as contas de quantas vezes o acompanhei nos negócios e fiquei impressionada com o prestígio dele e com a maneira de conduzir os negócios. 
Quem me dera se meu pai fosse eterno aqui na Terra para que eu sempre tivesse o colo dele, os conselhos e essa maneira bacana de levar a vida...

sábado, 4 de agosto de 2012

Minha análise

Esse pequeno texto foi toda a conclusão que cheguei durante todos esses meses que fiz análise e vi que não podemos segurar o amor nas costas e muito menos carregar uma relação. Uma hora a gente não suporta mais o peso. O amor deve ser livre e flutuar, assim como as relações!!


“Passei tanto tempo, me importando, me chateando, ligando, correndo, fazendo das tripas corações para segurar o amor que restava nas costas. Agora eu prometi a mim mesma que não carregaria mais nada, peso nenhum sozinha. Não importo tanto, não me chateio tanto, não ligo tanto, não corro tanto e adivinhem só? Também nem preciso segurar mais amor nenhum, parece que agora ele vive flutuando e me acompanhando sempre. Quando eu parei de procurar ser amada, parece que o mundo começou a me amar mais.”

Tati Bernardi.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


"Reaprendo, todo dia, com as plantas que cultivo que cada flor tem seu próprio tempo de desabrochar. Não desabrocha porque eu quero. Quando eu quero. Porque eu tenho pressa. Cada flor desabrocha quando pode. Se eu lembrasse disso com mais freqüência talvez fosse mais paciente também com o meu tempo e com o tempo das outras pessoas, nós, botões de amor que somos desse imenso jardim divino."

Ana Jácomo.

sábado, 28 de julho de 2012

Armadilhas



Vamos combinar que muitas vezes não há mistério algum, vilão algum, nenhuma influência sobrenatural, questão de sorte. A gente sabe que se tocar naquele fio desencapado é choque garantido, como da última vez, mas a gente toca. A gente sabe que certos adubos são infalíveis para fazer a nossa dor crescer, mas a gente aduba. A gente sabe os tons emocionais que desarmonizam a pintura da tela de cada dia, mas a gente escolhe exatamente esses para pintar, mesmo dispondo de outros tantos na nossa caixa de lápis de cor. A gente sabe a medida do tempero e a desmedida, como sabe o sabor resultante de cada uma. Por histórico, a gente sabe a resposta muito antes de refazer a pergunta, mas a gente refaz.

Vamos combinar que muitas vezes não há nada de tão imprevisível, de tão inimaginável, muito menos entrelinhas, muito menos mau-olhado. A gente sabe, por memória das andanças, para onde a estrada de certos gestos nos leva, mas a gente segue. A gente sabe no que dá mexer em casa de marimbondo, mas a gente mexe. A gente sabe que não vai receber o que espera, mas a gente oferta sempre pela penúltima vez. A gente sabe que algumas praias são traiçoeiras, que não sabemos sequer nadar direito, que o afogamento é a coisa mais provável de todas, mas a gente mergulha. A gente sabe que a realidade, por mais dura que seja, precisa ser encarada com os olhos mais abertos do mundo, mas a gente inventa todo jeito que pode para desviar o olhar.

Vamos combinar que muitas vezes não há segredo algum, inimigo algum, interrogação alguma, nenhuma entidade obsessora além da nossa autosabotagem. A gente sabe que esticar a corda costuma encolher o coração, mas a gente estica. A gente sabe que nos trechos de inverno é necessário se agasalhar, mas a gente se expõe à friagem. A gente sabe que não pode mudar ninguém, que só podemos promover mudanças na nossa própria vida, mas a gente age como se esquecesse completamente dessa percepção tão sincera. A gente lembra os lugares de dor mais aguda onde já esteve e como foi difícil sair deles, mas, diante de circunstâncias de cheiro familiar, a gente teima em não aceitar o óbvio, em não se render ao fluxo, em não respeitar o próprio cansaço.

Ana Jacomo

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Felicidade

Tava assistindo o programa do Pedro Bial e o tema de hoje foi FELICIDADE. Você se considera uma pessoa feliz? O que é a felicidade? 
Achei muito interessante quando Bial falou que não se chega a felicidade porque ela está no caminho. E é verdade!! Se caminharmos em busca da felicidade, acabamos a encontrando em pequenos acontecimentos, gestos e atitudes. Ah e quer saber algo que me deixa bastante feliz? É ver alguém que eu amo feliz! Isso é tão bom, é tão gratificante... Não sendo egoísta, mas é ainda melhor quando estamos de bem com a vida, mas, estar de bem com a vida não significa estarmos felizes...
Felicidade não é alegria!!
A vida é única e breve..., o tempo tem passado cada vez mais rápido. Vamos aproveitar? Vamos nos permitir!!
Quero que cada dia seja melhor que o outro! Quero ter motivos para acordar e ver o colorido da natureza e diversos sorrisos!!
Felicidade pode estar em pequenas realizações, em conhecimento de si mesmo e até na apreciação das coisas da vida...